• Voto Impresso:
De autoria da deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/19 que torna obrigatório o voto impresso voltou a ser debatido na Câmera dos Deputados no último mês. Apresentado pela deputada em 2019, o projeto foi “engavetado” e voltou, recentemente, a ser discutido pelos parlamentares após algumas investidas do presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem partido), e também pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
O projeto, que passa agora por uma Comissão Especial onde será analisado e votado, voltará a ser discutido na próxima segunda-feira, 31, entre parlamentares e convidados da Comissão.
  • Correios:
Para discutir os próximos passos do processo de privatização dos Correios, o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, se reuniu com os ministros Paulo Guedes, da Economia, e Fabio Farias, da Comunicação, nesta última quinta-feira, 29. A reunião contou ainda com a participação de representantes de empresas responsáveis pelos estudos para a desestatização e consequente privatização dos Correios. O BNDES voltou a reafirmar a expectativa de privatização da empresa para o primeiro trimestre de 2021. Mas lembrou ainda da necessidade da aprovação da PL 591/21 que estabelece o “novo marco regulatório do setor postal brasileiro”. Porém, o projeto de Lei que tramita em regime de urgência não tem data ainda para ser votado.
  • Manifestações contra o governo Bolsonaro:
Neste sábado, 29, manifestantes se reuniram ao longo do dia em todas as capitais do país em protesto contra o governo Bolsonaro. Além do pedido de impeachment do presidente, os manifestantes protestaram por mais vacinas e também pela volta do auxílio emergencial.
  • Bandeira vermelha em Curitiba:
Devido a sobrecarga na rede de saúde e com todos os leitos de UTI SUS para Covid ocupados, a cidade de Curitiba decretou um novo lockdown para os próximos dias. É a segunda vez desde o início da pandemia que a capital paranaense entra em bandeira vermelha. O decreto entrou em vigor nesse sábado, 29, e vai até o dia 9 de junho. Quando uma região entra em bandeira vermelha, todos os serviços considerados “não essenciais” são suspensos podendo funcionar apenas por sistema de delivery, entre outras restrições.